domingo, 15 de março de 2015

O primeiro sonho: A serva de Aristóteles





Passo a descrever alguns dos sonhos que tive naquele 2013. O critério de escolha foi simplesmente a lembrança que deles ainda tenho e também a intensidade de impressões por trazerem elementos não familiares da minha vida cotidiana (apesar de seu sentido estar totalmente vinculado com ela).



Não tenho muita certeza da data exata, mas creio que foi pelo mês de março. E tenho quase certeza que foi antes do curso de mitologia ou seja, antes de ler Jung.

Estava eu em um navio de madeira, no meio do mar mediterrâneo. Acompanhava-me um rapaz, com o qual eu tinha algum tipo de relação afetiva. Éramos servos de Aristóteles. Nós deveríamos levar os papiros até ele. Eu via a cena tanto da terceira pessoa (predominantemente), como da primeira. Eu era branca com longos cabelos ondulados e vestia uma túnica branca e comprida. Meu cabelo tinha a parte superior presa com alguma tira que o adornava. Meu companheiro tinha uma roupa azulada ou esverdeada de um tecido um pouco grosseiro. Seus cabelos eram ondulados e estavam acima dos ombros- desgrenhados.
O navio começou então a naufragar e também a incendiar. O rapaz logo se apressou em pegar o barco (ou canoa) de salvação para que escapássemos. Eu fiquei desesperada querendo salvar todos os papiros, era mais importante do que ir com ele. Meu companheiro insiste em me chamar e eu ignoro “Preciso salvar os papiros!”, penso.
Finalmente, quando ele já está no barco sobressalente que começava a se distanciar, acompanhando meus movimentos e me chamando para sair do navio, eu decido segui-lo. Mas só porque havia conseguido salvar os papiros. Saio antes do naufrágio do navio que ocorre logo em seguida.

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